Asafa Powell procura presença nos JO Tóquio 2020

Asafa Powell procura presença nos JO Tóquio 2020

Asafa Powell, recordista do mundo dos 100 metros no ano 2007 (9.74 segundos), ambiciona uma quinta presença olímpica. A nível individual, o jamaicano nunca conseguiu qualquer medalha em Jogos Olímpicos, apesar das 3 presenças na prova dos 100 metros planos em 2004, 2008 e 2012, respetivamente. A tão desejada medalha (e logo de ouro!) só chegou em 2016, onde Powell apenas competiu na estafeta dos 4 x 100 metros, numa equipa da qual também fazia parte a lenda Usain Bolt.

Nas vésperas de completar 37 anos, em entrevista à SportsMax TV, Asafa Powell confessou ter em mente a presença nos próximos Jogos Olímpicos, a realizarem-se em Tóquio já em 2020. Assolado por lesões nos últimos anos, o velocista revelou estar apenas focado no seu treino e em manter-se saudável. Isto porque, segundo ele, em caso de conseguir manter-se saudável, os resultados desejados e necessários irão aparecer.

Ainda em torno das questões da sua saúde, Powell confessou estar muito melhor que por esta altura do último ano, podendo esta evolução do seu estado clínico estar na origem do seu direito de sonhar com uma nova presença olímpica nos 100 metros planos, a nível individual.

Notas Extra:

  • Em 2004, Asafa Powell foi suspenso, durante 18 meses, pela federação jamaicana de atletismo. No entanto, este castigo viria a ser reduzido para 6 meses, depois do atleta recorrer da acusação para o Tribunal Arbitral do Desporto (TAS). A substância proibida em causa era a oxilofrina, supostamente incorporada num suplemento que o atleta consumia.
  • A par de Usain Bolt e Michael Frater, Asafa Powell foi a outra “vítima” do controlo positivo do compatriota, Nesta Carter, que os fez perder a todos a medalha de ouro conquistada na estafeta 4 x 100 metros, nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008.

 

Imagem de Capa: Fernando Frazão/Agência Brasil [CC BY 3.0 br], via Wikimedia Commons

Fonte: Track Alerts

 

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Renato Sousa

Ligado ao desporto desde pequeno, deixei definitivamente o futebol em 2016 para me dedicar afincadamente ao atletismo. Desde aí que muita coisa mudou na minha vida, a qual não imagino sem o desporto. O Vida de Maratonista nasce então da minha paixão pelo atletismo, com contribuição especial da minha Licenciatura em Engenharia Informática, que me permitiu criar a solo este espaço de aventura e opinião, e torná-lo agradável a quem o visita.

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